No Brasil Não Existe Feminicídio!


Assisti a apresentação desta ilustríssima professora e quero compartilhar objetivamente com a pauta levantada por ela!

Poucas pessoas sabem que existe este Site: https://www.mapadaviolencia.org.br/

E muito menos que existe esta publicação aqui: Dados Oficiais do Mapa de Violência no Brasil (2016)

Os dados que estão referenciados no que tange a homicídios de mulheres são fundamentais para se verificar o que muitos pretendem defender em torno de uma hipótese de “feminicídio” no Brasil. Para quem não sabe o que é isto, salientamos:

Feminicídio significa a perseguição e morte intencional de pessoas do sexo feminino, classificado como um crime hediondo no Brasil.

O feminicídio se configura quando é comprovada as causas do assassinato, devendo este ser exclusivamente por questões de gênero, ou seja, quando uma mulher é morta simplesmente por ser mulher.

De modo geral, o feminicídio pode ser considerado uma forma extrema de misoginia, ou seja, ódio e repulsa às mulheres ou contra tudo o que seja ligado ao feminino.

Saiba mais sobre o significado de Misoginia.

Agressões físicas e psicológicas, como abuso ou assédio sexual, estupro, escravidão sexual, tortura, mutilação genital, negação de alimentos e maternidade, espancamentos, entre outras formas de violência que gerem a morte da mulher, podem configurar o feminicídio.

O feminicídio pode ser classificado em três situações:

1) Feminicídio íntimo: quando há uma relação de afeto ou de parentesco entre a vítima e o agressor;

2) Feminicídio não íntimo: quando não há uma relação de afeto ou de parentesco entre a vítima e o agressor, mas o crime é caracterizado por haver violência ou abuso sexual;

3) Feminicídio por conexão: quando uma mulher, na tentativa de intervir, é morta por um homem que desejava assassinar outra mulher.

(https://www.significados.com.br/feminicidio/)

Pois bem vamos aos dados oficiais?

  • 59.627 pessoas no total foram assassinadas em 2014 (dados fechados em 2016)
    • Este número representa 10% do total de assassinatos em todo o Mundo!
  • 4.757 assassinadas são mulheres, ou seja, é exatamente 7,9% do total de homicídios.
    • Os dados explicam que 40% do total destes 4.757 assassinatos foram praticados por homens contra as mulheres, portanto, falamos aqui do total de 1.902 mulheres foram assassinadas por homens.

Nota – Nenhuma ênfase é dado ao fato de que as mulheres assassinadas por outras mulheres, bem como mulheres que são mortas por associação com o narcotráfico – dentre outros itens – nunca são objeto de qualquer atenção por ninguém (com exceção dos que se opõem, como eu à esta besteira de feminicídio!).

  • Ora, sobrou um grupo de 54.870 de homens que foram assassinados!
  • Na pesquisa se explica que 6% deles foram mortos por suas companheiras (mulheres) e isto dá o seguinte número: 3.292 homens mortos por mulheres.

Assim, o MAPA DA VIOLÊNCIA NO BRASIL (que é em si a constatação de um absurdo mundial) – atesta, oficialmente na República Brasileira que:

  • Temos um grupo de 3.292 homens que foram assassinados por mulheres;
  • Temos um grupo de 1.902 mulheres que foram assassinados por homens.

Não há nenhuma ênfase sobre “violência doméstica sofrida por homens” – nada sobre isto, em nenhuma questão nesta direção e nem é do interesse de nenhum político – parece que agradar à mentira de que os homens da Nação querem matar nossas mulheres e estuprá-las, esculachando com todas elas – é uma maluquice que “pega” no imaginário social!

É como se, de repente, todos os homens estivessem com um profundo ódio de suas mães, avós, tias, esposas, filhas, netas e estivessem com uma meta na cabeça: vamos detonar geral com qualquer mulher que surgir sozinha numa esquina à noite!

Isto chega a ser esquizofrênico em quem defende uma estupidez destas!

Os homens são profundamente ignorados! Esta é a verdade! Não há política de alinhamento sobre “violência doméstica” contra os homens! Não há nada! Eles são canalhas e patifes – ponto!

Os homens estão sendo assassinados por mulheres dentro de casa e ninguém fala nada! Quando um mata uma mulher é uma loucura!

Ora, a Constituição Federal assegura que:

(Art. 5º) Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

I – homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição.

Está errado tudo que tenho visto sobre esta enorme complicação sobre um suposto feminicídio na República! Fiz as contas com base nos dados de 2016. Uma Nação com 210 milhões de pessoas que tem, na violência doméstica um número total de 5.194 pessoas que se foram por conta de briga de casal tem, um registro definitivo de 1 pessoa assassinada para cada 40.431 habitantes – ou seja, é um número muito pequeno (embora trágico, negativo, sinistro e promovido por Satanás) para que possamos afirmar que há um extermínio de mulheres no Brasl.

É ridículo afirmá-lo!

Tanto quanto é ridículo não fazer nada a respeito do desajuste nas famílias!

Mas a verdade é que se uma mulher disser: “eu fui estuprada!” – um cenário se arma contra o sujeito e marca-lhe a integridade causando-lhe um enorme problema social. As regras do Direito não são levadas em consideração e um mar de gente ruim e perversa passa a condenar o sujeito sem qualquer apuração. E é claro que isto não significa apoiar ninguém nos casos reais e concretos!

Mas, vamos lá, o homem entra em crise emocional severa diante de uma acusação tão terrível; especialmente se ele for um homem sério e responsável nas suas atitudes – sabendo-se, nesta hipótese (repito) que tal violência não ocorreu.

Então, ele até pode se matar, entrar em depressão, ser torturado, espancado pelo povo do bairro, enfim; um homem é colocado em situação deplorável de profunda violência – sem que haja qualquer possibilidade de defesa, porque “a mulherzinha” simplesmente disse que foi estuprada!

Mas, um certo tempo depois (ainda nesta hipótese), inclusive com o homem tendo pagado um pesadíssimo revés em face da “choradeira” feminista – a mulher pode dizer: “eu me arrependi, não foi bem assim!”

O que acontece com a mulher numa situação como esta? Nada!

Ora, estou defendendo que homens devem maltratar as mulheres, estuprá-las, matá-las e que os números justificam isto porque as mulheres estariam praticando “hominicídio”?

Não, apenas um imbecil ou idiota leria minhas palavras ou as entenderia assim!

O que estou afirmando é que “o mapa da violência no Brasil” – publicado em 2016 como referência para as ações governamentais, sociais, religiosas, éticas, da Justiça, etc. – demonstra claramente que as mulheres são mais violentas na relação doméstica do que os homens em termos de números formais da pesquisa!

Que não tenho encontrado nenhum estudo ou ênfase nesta direção, embora o número de assassinatos dos homens seja objetivamente e conclusivamente superior aos de mulheres assassinadas por homens. No primeiro caso as pesquisas são: zero de seriedade! No segundo caso? Tem até Lei para defender as mulheres!

Veja aqui a LEI DO FEMINICÍDIO

Para mim não se justifica, de forma alguma qualquer tipo de “legislação que atue no sentido de coibir” a ação de homens matando mulheres, como querem as feministas que, estão mais para doentes psiquiátricas do que pessoas que saibam fazer uma simples leitura dos dados estatísticos oficiais que justificariam uma ação excessiva do Estado na direção da reordenação social contra uma possível “epidemia de assassinatos de homens contra mulheres” (feminicídio).

Tal legislação só se justifica – pelos dados formais e oficiais – se for criada uma Lei do Homicídio! Porém, neste caso,c cairemos na estupidez muito relevante no Congresso Nacional em pautas assim, porque o Código Penal Brasileiro já contempla todo tipo de punição para assassinatos em qualquer que seja o tipo, grau de virulência ou satanismo!

O que constato desta pauta?

Que existe um esquema pro-feministas, que são bem barulhentas, para justificar uma agenda anterior, criada pelos que defendem um Socialismo com base em “mentiras” – do que em uma realidade concreta baseada em dados igualmente concretos não se pode demonstrar, isto é, não existe feminicídio no Brasil – ainda que os dados sejam absurdamente inaceitáveis em qualquer nível de verificação, pela aberração que é os casais se matarem por brigas características da economia familiar!

Então, o Estado deve deixar a questão da violência doméstica jogada num canto e que se danem as famílias e as pessoas vítimas da mesma, como crianças, idosos, homens e mulheres?

Não, novamente seria um imbecil ou idiota quem assim pensar!

Eu defendo uma POLÍTICA DIFERENTE na direção da “prevenção” que pode agregar valor com uma aproximação do Estado com a Igreja, com as Escolas e com toda a força Empresarial para criar consciência de que “a família é um presente de Deus”!

Um amigo me perguntou: “uma política na direção da prevenção e não da coação?”

Ora, depois de realizado o crime, o Código de Processo Penal é a norma, não há o que fazer a não ser prisão do assassino e em seguida julgamento como manda a Lei. A prioridade deve ser numa Campanha Sobre Gentileza, sobre a Vida da Família, sobre a Saúde Psiquica e sobretudo, geração de condições de atendimento psicossocial nas comunidades em toda parte.

Todavia, o sistema inteiro atende a um esquema Socialista que insiste em colocar Deus fora das atenções – especialmente porque o núcleo duro do comunismo (meta conclusiva do socialismo) tem como um dos seus pressupostos fundamentais a absurdidade preconizada no livro: “A Origem da Familia, da Propriedade Privada e do Estado” – do memorável Engels (e Marx) – com seus desdobramentos na versão Antonio Gramshi para efetivar a loucura de destruir as famílias do modelo judaico-cristão.

Fica difícil se a iniciativa não partir da Igreja, da Escola e das próprias Famílias!

Não há feminicídio no Brasil! Isto é pacificado com dados formais! O que poderíamos supor, numa comparação objetiva deste com o hominicídio é bem diferente; mas, não saio de uma posição extremista para outra – porque o que temos no Brasil é a aberração dos crimes de ódio que, no bojo de sua consolidação na pesquisa, chegam a um total de:

  • 3.292 homens assassinados por suas companheiras + 1.902 mulheres mortas por seus companheiros = 5.194 assassinatos fruto de brigas de casal.
  • Este número representa, no universo de 59.627 assassinatos totais no Brasil, a um percentual de 8,7% do total de todos os assassinatos motivados por brigas de casal (ciúme, brigas tolas, etc.).
  • Mas, quem dá conta dos 91,3% de todos os assassinados por violência provocada por guerra civil celebrada por diversos fatores diversos destes?

Por esta razão, sendo absolutamente justo, não se justifica criar uma Secretaria para lidar com esta pauta, é suficiente, no meu entender, que apenas uma Coordenadoria Nacional de Saúde da Família, que tenha uma Agenda que contemple, entre outras coisas, uma boa aproximação com as Igrejas, Empresas e Escolas – realizando uma Grande Campanha Permanente para prevenir situações inaceitáveis nesta direção é suficiente!

Precisamos de um Estado Menor e sem este monte de gente inventando mentiras, procurando ganhar dinheiro oriundo dos impostos porque são preguiçosos demais para empreender, inovar, iniciar uma carreira e saírem desta situação de esmolés emocionais eternos que parece ser uma característica de quem vive achando que o Estado é “nosso pai” e não Deus!

Assista mais aqui:

 

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